Curiosidades sobre Jesus Cristo e sua época

webmaster | June 21, 2009 in Jesus Cristo | Comments (0)

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Os discípulos “oficiais” de Jesus foram 13… e seus apóstolos totalizam 16…  
 
Amigão, a palavra “discípulo” se refere a um “aprendiz” ou “seguidor”. Já a palavra “apóstolo” se refere a “alguém que é enviado”. Enquanto Jesus estava na Terra, os doze eram chamados discípulos. Os 12 discípulos seguiram Jesus Cristo, aprenderam com Ele, e foram treinados por Ele. Após a ressurreição e a ascensão de Jesus, Ele enviou os discípulos ao mundo (Mateus 28:18-20) para que fossem Suas testemunhas. Eles então passaram a ser conhecidos como os doze apóstolos. No entanto, mesmo quando Jesus ainda estava na Terra, os termos discípulos e apóstolos eram de certa forma usados alternadamente, enquanto Jesus os treinava e enviava para pregarem. Daí a “confusão” dos dois termos.  

Os doze discípulos originais estão listados em Mateus 10:2-4: “Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: primeiro, Simão, por sobrenome Pedro (1), e André (2), seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu (3), e João (4), seu irmão; Filipe (5) e Bartolomeu (6); Tomé (7) e Mateus (8), o publicano/coletor de impostos; Tiago, filho de Alfeu (9), e Tadeu (10); Simão, o Zelote (11), e Judas Iscariotes (12), que foi quem o traiu”.  
 
 
A Bíblia também lista os 12 discípulos/apóstolos em Marcos 3:16-19 e Lucas 6:13-16. Ao comparar as três passagens, há algumas pequenas diferenças. Aparentemente, Tadeu também era conhecido como “Judas, filho de Tiago” (Lucas 6:16). Simão, o Zelote também era conhecido como Simão, o cananeu. Judas Iscariotes, que traiu Jesus, e que os historiadores acreditam que era argentino (brincadeirinha…), foi substituído entre os doze apóstolos por Matias (veja Atos 1:20-26). 
 
 
Matias (13º) foi testemunha ocular de Jesus, do seu batismo no rio Jordão, até sua ressureição. Interessante lembrar que ele “disputou” a vaga com José (o Justo) e ganhou na moedinha… Sabia disto??
 
 
 
Bem, vamos mencionar cada um dos discípulos…
 
 
 
01.  André, o primeiro “Pescador de Homens”, irmão de Simão Pedro. André é tradução do grego Andreas, que significa “varonil”. Outras pistas do Evangelhos indicam que André era fisicamente forte, e homem devoto e fiel. André e Felipe apresentaram a Jesus um grupo de gregos (Jo 12.20-22). Por este motivo podemos dizer que eles foram os primeiros missionários estrangeiros da fé cristã. Pregou primariamente na Macedônia, Ásia e foi martirizado em Patras. Foi crucificado numa cruz em forma de “X”, símbolo religioso conhecido como Cruz de Sto André.
 
 
02. Simão Pedro, chamado de “o príncipe dos apóstolos”, irmão de André. Era um homem de contrastes. Seu temperamento volátil, imprevisível, muitas vezes o deixou em dificuldades. Mas, o Espírito Santo o moldaria num líder, dinâmico, da igreja primitiva, um “homem-rocha” (Pedro significa “rocha”) em todo o sentido. A tradição diz que a Basílica de São Pedro em Roma está edificada sobre o local onde ele foi sepultado. Escavações modernas sob a antiga igreja exibem um cemitério romano muito antigo e alguns túmulos usados apressadamente para sepultamentos cristãos. Segundo a tradição foi crucificado em Roma, de cabeça para baixo, a seu pedido, pois dizia não ser digno de morte semelhante a Jesus.
 
 
03. João, o apóstolo bem-amado (o mais jovem e impulsivo), irmão de Tiago (Maior)… e primo de Jesus? Apesar de ser o mais conhecido dos discípulos de Jesus pelos fariseus e romanos, foi o único que permaneceu em frente a Jesus durante a crucificação, e o único que não foi assassinado, vivendo até velhice, depois de tentarem matá-lo mergulhando-o em óleo fervente. Foi o que mais escreveu sobre Jesus e foi quem cuidou de Maria, a mãe de Jesus. Se realmente era filho de Salomé, irmã de Maria, era primo de sangue de Jesus.  
 
 
04. Tiago (Maior), irmão de João… e primo de Jesus? Morreu decapitado por espada, ainda muito jovem, por ordem de Herodes Agripa, que tentava diminuir a “onda cristã” matando seus líderes. Acabou gerando justamente o contrário. Era “tutor” do irmão menor, João, mas igualmente impulsivo. Dizem que junto com João, pediu a Jesus para se sentarem à direita e à esquerda dele, respectivamente… o que teria irritado os outros discípulos.
 
 
05. Felipe (ou Filipe), o místico helenista, o piadista do grupo (o mais bem-humorado), era de Betsaida, Galiléia. O Evangelho de João é o único a dar-nos qualquer informação pormenorizada acerca de Felipe. É interessante notar que Jesus chamou a Felipe individualmente, enquanto chamou a maioria dos outros discípulos em pares. Felipe apresentou Natanael Bartolomeu a Jesus (Jo 1.45-51), e Jesus também o chamou a seguí-lo. A igreja tem preservado/reservado muitas traduções a respeito de seu último ministério e de sua morte. Morreu provavelmente na Frígia (atual Turquia), aparentemente açoitado e crucificado em 54 d.C. .  
 
 
06. Natanael Bartolomeu, o viajante, traduziu o evangelho de Mateus para um dos idiomas indianos e na Índia foi açoitado, esfolado e crucificado de cabeça para baixo. Temos poucas informações históricas sobre ele. Continuo pesquisando…
 
 
07. Tomé, o ascético (devoto, místico). João diz-nos que ele também era chamado Dídimo (Jo 20.24), palavra grega para “gêmeos”, assim como a palavra hebraica t’hom significa “gêmeo”. A Vulgata Latina empregava Dídimo como nome próprio. Não sabemos ao certo quem pode ter sido Tomé, nem sabemos coisa alguma a respeito do passado de sua família ou de como ele foi convidado para unir-se a Jesus. Sabemos, contudo, que ele juntou-se a seis outros discípulos que voltaram aos barcos de pesca depois que Jesus foi crucificado (Jo 21.2-3). Isso sugere que ele pode ter aprendido a profissão de pescador quando jovem. Diz a tradição que Tomé finalmente tornou-se missionário na Índia. Afirma-se que ele foi martirizado ali (transpassado por uma lança) e sepultado em Mylapore, hoje subúrbio de Madrasta. Seu nome é lembrado pelo próprio título da igreja Martoma ou “Mestre Tome”.
 
 
08. Levi Mateus, o publicano de Herodes Antipas, arrecadador de impostos de Roma, filho de Alfeu e provável irmão de Tiago. Nasceu em Nazaré, Galiléia. Era da “Receita Federal” daquela época… e odiado por isto… Veja detalhes no texto que incluo abaixo. Foi martirizado na Etiópia e assassinado com uma alabarda (foice) em 60 d.C. … Seu nome era Levi mas Jesus passou a chamá-lo de Mateus… Seu evangelho foi originalmente escrito em hebraico e traduzido para o grego por Tiago (o Menor).
 
 
09. Tiago (Menor), uns alegam que era filho de Alfeu e provável irmão de Levi Mateus. Outros de que seria um dos irmãos de Jesus, filho de José com outra mulher. Era muito parecido, fisicamente, com Jesus. Daí Judas Iscariotes ter que apontar quem era Jesus no horto… Morreu no Egito aos 99 anos, depois de espancado e apedrejado pelos judeus. Abriram-lhe o crânio com um garrote, um instrumento com que se executava a vítima num assento, preso a uma espécie de estaca na qual, em altura adequada, se prendia a corda destinada ao estrangulamento.
 
 
10. Judas Tadeu, outro “primo” de Jesus? Alguns historiadores especulam que era um de seus irmãos (veja lista abaixo). O Novo Testamento refere-se a diversos homens com o nome de Judas – “Judas Iscariotes”; “Judas, irmão de Jesus” (Mt 13.55; Mc 6.3); “Judas, o galileu” (At 5.37) e “Judas, não o Iscariotes”. Evidentemente, João desejava evitar confusão quando se referia a esse homem, especialmente porque o outro discípulo chamado Judas (Iscariotes) não gozava de boa fama. O Historiador Eusébio diz que Jesus uma vez enviou esse discípulo ao rei Abgar da Mesopotâmia a fim de orar pela sua cura. Segundo essa história, Judas Tadeu foi a Abgar depois da ascensão de Jesus, e permaneceu para pregar em várias cidades da Mesopotâmia (Irã – Iraque – Kuwait). Diz outra tradição que esse discípulo foi assassinado por mágicos na cidade de Suanir, na Pérsia (atual Irã). Assassinado a pauladas e pedradas em 72 d.C.
 
11. Simão, o Zelote (ou o Cananeu). Zelotes eram guerrilheiros palestinos que lutavam contra a dominação romana. Eram os “terroristas” daquela época. Muitos zelotes acreditavam que a vinda do messias (Jesus) estava ligada à sua liderança como líder militar e na vitória sobre Roma. Até Maria, mãe de Jesus, acreditava nisto no início… A maior resistência dos zelotes ocorreu em Massada (fortaleza em hebraico), quando se suicidaram horas antes da invasão das legiões do general romano, Flavius Silva. Foi crucificado em 74 d.C.
 
 
12. Judas Iscariotes, o tesoureiro do grupo, o famoso traidor e o único judeu (da Judéia), pois todos os outros eram galileus (da Galiléia). A Palavra aramaica Iscariotes literalmente significa “homem de Queriote”. Queriote era uma cidade próxima a Hebrom (Js 15.25). Contudo, João diz-nos que Judas era filho de Simão (Jo 6.71). Se Judas era, de fato, natural desta cidade, dentre os discípulos, ele era o único procedente da Judéia. Os habitantes da Judéia desprezavam o povo da Galiléia como rudes colonizadores de fronteira. Essa atitude pode ter alienado Judas Iscariotes dos demais discípulos. Judas funcionava como tesoureiro dos discípulos (e não Levi Mateus, o que não deixa de ser curioso…), e pelo menos em uma ocasião ele manifestou uma atitude sovina para com o trabalho. Foi quando uma mulher por nome Maria derramou ungüento precioso sobre os pés de Jesus. Judas reclamou: “Por que não se vendeu este perfume por trezentos denários, e não se deu aos pobres?” (Jo 12.5). No versículo seguinte João comenta que Judas disse isto “não porque tivesse cuidado dos pobres; mas porque era ladrão.” Enquanto os discípulos participavam de sua última refeição com Jesus, o Senhor revelou saber que estava prestes a ser traído e indicou Judas como o criminoso. Disse ele a Judas: “O que pretendes fazer, faze-o depressa” (Jo 13.27). Todavia, os demais discípulos não suspeitavam do que Judas estava prestes a fazer. João relata que “como Judas era quem trazia a bolsa, pensaram alguns que Jesus lhe dissera: Compra o que precisamos para a festa da Páscoa…” (Jo13.28-29).
 
 
13. Matias, substituto de Judas Iscariotes. Após a morte de Judas, Pedro propôs que os discípulos escolhessem alguém para substituir o traidor. Pedro sugeria certas qualificações para o novo apóstolo, que devia ter conhecido Jesus “começando no batismo de João, até ao dia em que dentre nós foi levado às alturas” ( At 1.15-22). Tinha de ser também, “testemunha conosco de sua ressurreição” (At 1.22). Dois homens satisfaziam estas qualificações: José, apelidado como Justo, e Matias (At 1.23). “Lançaram sortes” para decidir a questão e a sorte recaiu sobre Matias. O nome Matias é uma variante do hebraico Matatias, que significa “dom de Deus”. Infelizmente, a Bíblia nada diz a respeito do ministério de Matias. Nem sobre sua morte. Aparentemente foi apedrejado e decapitado em Jerusalém.
 
 
 
 
Vamos falar agora dos APÓSTOLOS… alguns deles não conheceram Jesus…
 
 
 
Após a traição de Judas Iscariotes, Matias (13º) foi escolhido pelos demais para ocupar seu lugar no colégio apostólico. Mais rigorosamente seria o 13º apóstolo e discípulo, pois acompanhou Jesus. Outro famoso apóstolo, Paulo de Tarso (ou Saulo de Tarso, 14º) o apóstolo dos gentios, não foi testemunha ocular de Jesus Cristo, mas convertido através de visões do Jesus ressuscitado, tornou-se um dos mais ardentes apóstolos do cristianismo. Seria o 14º da lista… contando desde o início…
 
 
Os primeiros quatro livros são sobre a vida, os ensinamentos e a morte de Jesus, e são designados de Os Evangelhos, que significa A Boa Nova. Eles foram escritos por Mateus, Marcos, Lucas (autor do Atos dos Apóstolos, o 5º Livro do Novo Testamento) e João, sendo que Mateus e João foram discípulos e apóstolos do Mestre e escreveram como testemunhas oculares. O Evangelho de Mateus é tido como o mais fiel aos fatos… 
 
 
Marcos (15º), denominado também como João Marcos, escreveu depois da crucificação de Jesus, baseado nas lembranças do Apóstolo Pedro, de quem foi parceiro nas pregações. Marcos foi arrastado e despedaçado pela população de Alexandria, na grande solenidade do ídolo Serapis.
 
 
Lucas (16º), que não conheceu Jesus, e supõe-se ter sido médico (e que falava grego e latim), foi discípulo de Paulo de Tarso (que também não foi testemunha ocular de Cristo). Foi Lucas quem fez uma pesquisa criteriosa para ordenar os fatos e os ensinos do Mestre, baseando-se boa parte dela nas lembranças de Maria, mãe de Jesus. O Atos dos Apóstolos, que vem logo depois do Evangelho de João, fala das atitudes dos apóstolos após a crucificação de Jesus, começando com o evento chamado de Pentecostes, e continuando mais atento à vida e às viagens do apóstolo Paulo, abrangendo um período de mais de trinta anos após a morte de Jesus.  Lucas viajou com Paulo a vários países e supõe-se que tenha sido pendurado em uma oliveira pelos idólatras sacerdotes da Grécia.
 
 
As Epístolas são escritos doutrinários em forma de cartas, que se dividem em dois conjuntos: as Paulinas e as Universais. As Paulinas são as cartas que o apóstolo Paulo mandava às igrejas recém fundadas e aos discípulos. As Universais são as cartas de vários apóstolos para os cristãos em geral, compreendendo: uma carta de Tiago, uma de Judas Tadeu, duas de Pedro e três de João (Evangelista).  
 
 
O Apocalipse é um livro em linguagem cifrada, cheia de símbolos e visões proféticas relativas ao final dos tempos, escrito já na velhice por João (Evangelista), quando este estava recluso na ilha de Patmos.
 
 
 
 
 
Um pouquinho da história sobre Paulo de Tarso, para mim um grande estrategista, e o começo da “influência humana” na formação da “Igreja-Estado”…
 
 
 
Paulo de Tarso, cujo nome original era Sha’ul (“Saulo“), é considerado exageradamente por muitos cristãos como o mais importante discípulo de Jesus (“Yeshua”) e, depois de Jesus, a figura mais importante no desenvolvimento do Cristianismo que surgia. Veja, portanto, o começo do que chamo provocativamente de “primeira multinacional do planeta”.
 
 
Paulo de Tarso, apóstolo diferente dos demais, deu maior ênfase aos irmãos gentios (ou seja, aqueles que não eram israelistas), pois seu chamado era destinado a estes que estavam espalhados pelo mundo (Atos 13:47). Paulo era um homem culto, pois era fariseu, ou seja, seguidor da Torá, e frequentador de sinagogas. A palavra Fariseu significa “separados”, ou melhor, “a verdadeira comunidade de Israel”, ou melhor ainda, “santos”. Sua oposição ferrenha ao Cristianismo rendeu-lhes, através dos tempos, uma figura de fanáticos e hipócritas que apenas manipulavam as leis para seu interesse. Esse comportamento deu origem à ofensa “fariseu”, comumente dado às pessoas dentro e fora do Cristianismo, que são julgados como religiosos aparentes. Lembro-lhe de que foram os FARISEUS que pediram a cabeça de Jesus… Veja o filme do Mel Gibson… Outros historiadores crêem que Paulo era um zelote, um “terrorista” daquela época, um “guerrilheiro”…  
 
 
Paulo foi fiel seguidor do famoso rabino Gamaliel I, o Ancião. Além de mestre e Doutor da Lei de Torah, ficou conhecido como gnóstico (como Barnabé), conforme os Evangelhos Gnósticos, que não são reconhecidos pela Igreja Católica. Dizia-se que Paulo era manco de uma perna, tinha problemas de vista, era calvo e tinha aproximadamente 1,50 metros de altura. Aparentemente Paulo tinha problemas de saúde, padecendo de uma doença crónica e dolorosa, da qual ignora-se qual a natureza, mas que teria sido um obstáculo grande no seu dia-a-dia. Por volta dos anos 58–60 ele descrevia-se a si próprio como um velho.
 
 
Paulo de Tarso destaca-se dos outros apóstolos pela sua cultura, considerando-se que em sua maioria era de pescadores. Outro fato interessante é que a língua materna de Paulo era o grego, e muitos historiadores acreditam que ele também dominava o aramaico. Ficou famoso no meio acadêmico pois era misógino, ou seja, não gostava de reconhecer o papel importante da mulher, daí alguns historiadores acreditarem que Maria Madalena não é a mesma Maria prostituta dos evangelhos, tanto que é para Maria Madalena que Jesus Cristo primeiro apareceu depois de ressuscitado! 
 
 
Educado em duas culturas (grega e judaica), Paulo fez muito pela difusão do Cristianismo entre os “gentios” e é considerado uma das principais fontes da doutrina da Igreja Católica por causa de suas Epístolas, tanto que estas são parte importante do Novo Testamento. Alguns historiadores afirmam que foi ele quem verdadeiramente transformou o cristianismo numa nova religião, e não mais uma “seita” do Judaísmo.
 
 
Uma coisa fez com bom senso: favoreceu a abolição da necessidade da circuncisão e dos hábitos alimentares tradicionais dos judeus, extremamente restritos. Uns dizem que se tratava de uma estratégia de crescimento da nova religião… afinal, foi exatamente em consequência desta revolução que a adoção do cristianismo pelos povos gentios tornou-se mais viável.
 
 
Paulo foi executado em Roma (decepado por uma espada) a mando de Nero, aquele maluco que tocou fogo em Roma (para lhe inspirar a escrever um poema…) e que acabou matando um monte de romano, destruindo quatro bairros inteiros (e deixando milhares desabrigados). Como um bom “político”, Nero colocou a culpa nos cristãos!
 
 
 
 
 
Os irmãos de sangue de Jesus… acredite, se quiser…
 
 
 
Amigão, não brigue comigo, mas esta estória de que Jesus era filho único não está correta, nem era comum as famílias terem filho único, ainda mais naquela época e naquela região.
 
 
Estudos históricos sérios apontam o seguinte: José casou-se com Maria quando ela tinha apenas 14 anos (logo após sua primeira menstruação, o que era comum na cultura judaica). E morreu jovem, aos 36 anos de idade, quando caiu de um telhado que construía (e quando Jesus tinha, “coincidentemente”, pouco mais que 14 anos). Isto foi calculado por especialistas como sendo em 25 de Setembro do ano 8º da era cristã, o que significa que Jesus nasceu, na verdade, em 21 de Agosto do ano -7 (todos nós sabemos, ou já ouvimos falar, que há um erro na contagem do tempo moderno devido a N fatores que não merecem atenção agora… calendário gregoriano, calendário juliano, correções astronômicas, etc…).
 
 
Jesus, por sua vez, também morreu “coincidentemente” aos 36 anos de idade, exatamente como seu pai humano José, no dia 07 de Abril (às 15h). De acordo com o santo sudário, tinha 1,81m de altura (um gigante perto dos galileus de altura média de 1,65m), sangue AB+ (o que intriga os pesquisadores) e corpo de proporção altura/peso de um verdadeiro atleta. O sangue AB+ é tido como “sangue moderno”, cujo surgimento data de menos de mil anos. Seria Jesus um “E.T.”? Alguém gerado por alta tecnologia de inseminação artificial de um povo anos-luz mais evoluído que os humanos? Alguns filmes que estão em cartaz já exploram sutilmente esta possibilidade… O Vaticano estuda esta probabilidade mas não comenta o assunto (sequer o admite). Enfim, um dia saberemos… No entanto, não tiro a divindade do fato…  
 
 
Mais: a pessoa de sangue tipo AB reage melhor ao estresse, espiritualmente, com vivacidade física e energia criativa. O sangue fator AB tem menos de mil anos de existência, é raro (2% a 5% da população mundial) e biologicamente complexo. Vários antígenos fazem com que o AB, às vezes, seja semelhante ao A, outras ao B, e outras parecem uma fusão de ambos. Essa multiplicidade de qualidades pode ser positiva ou negativa, dependendo das circunstâncias. Combinado com seu porte atlético, explica como Jesus agüentou a tortura e a crucificação por horas, mesmo sofrendo de hematidrose (transpirar sangue). Estes detalhes foram relatados por famosos especialistas de necropsia, através de modernos equipamentos que usaram para estudar o Santo Sudário (que voltará, em breve, a ser exposto em Turim, Itália). 
 
 
 
Veja texto incluso abaixo sobre este assunto…
 
 
 
Voltando ao tema… Jesus teve como melhor amigo de infância um jovem chamado Jacó, e seus oito irmãos de sangue, a seguir, em ordem cronológica de nascimentos:
 
 
1. Tiago (??.??. -0005), que pode ter sido um dos seus discípulos (Tiago, o Menor)…
 
 
2. Míriam (11.Jul.-0002),
 
 
3. José (16.03.0001),
 
 
4. Simão (14.04.0002),
 
 
5. Marta (15.09.0003),
 
 
6. Judas (21.06.0005), que pode ter sido um dos discípulos…
 
 
7. Amos (09.01.0007) e
 
 
8. a caçula Ruth (março 0009), que não conheceu o pai, José, morto em 25.09.0008…  
 
 
 
Seu principal professor foi Nahor, para quem deu muito trabalho por causa das perguntas inquietantes que fazia. Dizem que Jesus seguiu os passos do pai, José, tornando-se carpinteiro. Está parcialmente correto. Jesus também foi pescador, trabalhou em estaleiro de barcos, jardineiro…
 
 
Uma curiosidade: seu primo famoso, João Batista, filho de Isabel e Zacarias, era extremamente forte e tinha 2 metros de altura. Alguns historiadores afirmam que João Batista pregava por alguns dias e sumia por vários. Vivia como ermitão. E estava sempre com uma colméia de abelhas nas mãos, para comer o mel.
 
 
 
 
 
Curiosidade da “Receita Federal” daquela época…
 
 
Com sabemos, nos tempos de Jesus, o governo romano coletava diversos impostos do povo palestino. Pedágios para transportar mercadorias por terra ou por mar eram recolhidos por coletores particulares, os quais pagavam uma taxa ao governo romano pelo direito de avaliar esses tributos. Os cobradores de impostos auferiam lucros cobrando um imposto mais alto do que a lei permitia. Os coletores licenciados muitas vezes contratavam oficiais de menor categoria, chamados de publicanos, para efetuar o verdadeiro trabalho de coletar. Os publicanos recebiam seus próprios salários cobrando uma fração a mais do que seu empregador exigia. Coincidência com o mundo atual??
 
 
O discípulo Mateus era um desses publicanos (e era odiado por isto). Ele coletava pedágio na estrada entre Damasco e Aco e sua tenda estava localizada fora da cidade de Cafarnaum, o que lhe dava a oportunidade de, também, cobrar impostos dos pescadores. Ou seja, sua tenda ficava em posição estratégica, logisticamente falando… era um verdadeiro porto seco!!
 
Amigão, normalmente um publicano cobrava 5% do preço da compra de artigos normais de comércio, e até 12,5% sobre artigos de luxo. Mateus cobrava impostos também dos pescadores-vapozeiros que trabalhavam no mar da Galiléia e dos barqueiros-vapozeiros que traziam suas mercadorias das cidades situadas no outro lado do lago. Mesmo assim, os impostos eram mais baixos que os 27,5% que a querida e eficiente RF do Brasil cobra do seu salário todo santo mês!!
 
O judeus consideravam impuro o dinheiro dos cobradores de impostos, por isso nunca pediam troco! Se um judeu não tinha a quantia exata que o coletor exigia, ele emprestava-o a um amigo. Os judeus desprezavam os publicanos como agentes do odiado império romano e do rei títere judeu. Não era permitido aos publicanos prestar depoimento no tribunal (por que será, hein??), e não podiam pagar o dízimo de seu dinheiro ao templo (gente boa, hein!). Um bom judeu não se associaria com publicanos (Mt 9.10-13)…
 
Os judeus dividiam os cobradores de impostos em duas classes. a primeira era a dos gabbai, que lançavam impostos gerais sobre a agricultura e arrecadavam do povo impostos de recenseamento. O segundo grupo compunha-se dos mokhsa, que eram todos judeus, daí serem eles desprezados como traidores do seu próprio povo. Mateus pertencia a esta classe! O Evangelho de Mateus diz-nos que Jesus se aproximou deste improvável discípulo quando ele esta sentado em sua coletoria. Jesus simplesmente ordenou a Mateus: “Segue-me!” Ele deixou o trabalho pra seguir o Mestre (Mt 9.9). Veja a beleza do fato…
 
Evidentemente, Mateus era um homem rico, porque ele deu um banquete em sua própria casa. “E numerosos publicanos e outros estavam com eles à mesa” (Lc 5.29). O simples fato de Mateus possuir casa própria indica que era mais rico do que o publicano típico (será que ganhava uns troquinhos por fora??). Por causa da natureza de seu trabalho, temos certeza que Mateus sabia ler e escrever. Os documentos de papiro, relacionados com impostos, datados de cerca de 100 dC, indicam que os publicanos eram muito eficientes em matéria de cálculos.
 
Mateus pode ter tido algum grau de parentesco com o discípulo Tiago, visto que se diz de cada um deles ser “filho de Alfeu” (Mt 10.3; Mc 2.14). Às vezes Lucas usa o nome Levi para referir-se a Mateus (Lc 5.27-29). Daí alguns estudiosos crerem que o nome de Mateus era Levi antes de se decidir-se a seguir a Jesus, e que Jesus lhe deu um novo nome, que significa “dádiva de Deus”. Outros sugerem que Mateus era membro da tribo sacerdotal de Levi.
 
 
De todos os evangelhos, o de Mateus tem sido, provavelmente, o de maior influência. A literatura cristã do segundo século faz mais citações do Evangelho de Mateus do que qualquer outro. Os “pais da igreja” colocaram o Evangelho de Mateus no começo do cânon do Novo Testamento provavelmente por causa do significado que lhes atribuíam.
 
 
O relato de Mateus destaca Jesus como o cumprimento das profecias do Antigo Testamento. Acentua que Jesus era o Messias prometido. Não sabemos o que aconteceu com Mateus depois do dia de Pentecostes (50 dias depois da Páscoa). Uma informação fornecida pelo historiador John Foxe, declara que ele passou seus últimos anos pregando na Pártia e na Etiópia e que foi martirizado na cidade Nadabá em 60 dC.  Porém não podemos julgar se esta informação é digna de confiança ou não… 
 
 
 
 
Tortura, hematidrose, crucificação covarde de Jesus…
 
 
 
Relato aqui a descrição das dores de Jesus feita por um grande estudioso francês, o médico Dr. Barbet, dando-nos a possibilidade de compreender realmente as dores de Jesus durante a sua paixão. Jesus entrou no horto de Getsemani já em extrema agonia e orava mais intensamente. “E seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra”. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico. O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. Se produz em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.
 
 
Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. De acordo com os vestígios do Santo Sudário (que está em Turim, Itália), os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue (o filme de Mel Gibson, “A Paixão de Cristo”, é o que mais se aproxima da realidade da tortura de Jesus…). Depois vem o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que aqueles da acácia, os soldados romanos entrelaçam uma espécie de capacete (e não coroa) e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).
 
 
Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário, como era o padrão romano para esta morte humilhante que praticavam quase que semanalmente.
 
 
Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos, com o braço da cruz de madeira maciça, pesando 50 kgs nos ombros. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente caindo sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.
 
 
Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos deixam o condenado totalmente nú, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la é atroz. Alguma vez você tirou uma atadura de gaze de uma grande chaga ou ferida? Imagine agora do que se trata… Cada fio de tecido adere à carne viva…  ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas… Os carrascos puxavam com violência… Como aquela dor atroz não provoca uma síncope?
 
 
O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pó e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos; horrível suplício! Os carrascos pegam um cravo (um longo prego pontudo e quadrado), o apoiam sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. No mesmo instante o seu pólice, com um movimento violento se posicionou opostamente na palma da mão; o nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se, como uma língua de fogo, pelos ombros, lhe atingindo o cérebro. Uma dor mais insuportável que um homem possa provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos. De sólido provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. Pelo menos se o nervo tivesse sido cortado!  Ao contrário (constata-se experimentalmente com freqüência) o nervo foi destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.
 
 
O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; consequentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregaram dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos o laceraram o crânio. A pobre cabeça de Jesus inclinou-se para frente, uma vez que a espessura do capacete o impedia de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudíssimas.
 
 
Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. As feições são impressas, o vulto é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos se curvam. Se diria um ferido atingido de tétano, presa de uma horrível crise que não se pode descrever. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios.
 
 
A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico. Jesus atingido pela asfixia, sufoca. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Que dores atrozes devem ter martelado o seu crânio! 
 
 
Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus tomou um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforçando-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração se torna mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Porque este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés, inimaginável!
 
 
Enxames de moscas, grandes moscas verdes e azuis, zunem ao redor do seu corpo; irritam sobre o seu rosto, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura se abaixa. Logo serão três da tarde. Jesus luta sempre: de vez em quando se eleve para respirar. A asfixia periódica do infeliz que está destroçado. Uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancaram um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”. Jesus grita: “Tudo está consumado!”.
 
 
Em seguida num grande brado disse: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E morre… PARA RESSUSCITAR EM 3 DIAS! Daí ter dito dias antes: “destrua este Templo e eu o reconstruo em três dias”. 
 
 
 
Meu amigo, depois tem gente que ainda duvida da grandiosidade de Jesus…
 
 
 
MEU CONSELHO PARA VOCÊ, SE ME PERMITE A OUSADIA:  
NÃO ACEITE ESTAS INFORMAÇÕES COMO VERDADEIRAS. APENAS COMO “HUMILDE PROVOCAÇÃO” PARA SUA PESQUISA. 
 
 
 
 
 
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